quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Arte e religião

Arte e religião
Desde que me interessei por pinturas, tive momentos de concentração muitos semelhantes as vividas no sentido religioso principalmente nos momentos de prece. Até o comportamental em busca da beleza como artista plástico, era o que buscava na religião para incorporar na minha personalidade. Nelas encontramos a fenomenologia complexa do conceitual. Nem em uma e nem na outra encontramos definições. A antropologia da religião é da arte são confusas em clarear seus conceitos e de defini-los para um caminho de entendimento. Uma sempre leva a outra dando a entender que sejam a mesma coisa. Para mim, Deus e o novo se revelam no meu desenvolver. Podendo manifestar-se através da minha habilidade física e psíquica e no mental e espiritual. Exteriorizando-me pela arte e me concebendo pela religião, melhoro-me em relação a Deus e sou mais capaz na criatividade.
“Para Maurice Merleau-Ponty a arte é o advento em vir a ser do que nunca antes existiu. Como cita no seu ensaio A linguagem indireta e as vozes do silêncio:
O primeiro desenho nas paredes das cavernas fundava uma tradição porque recolhia uma outra: a da percepção. “A quase eternidade da arte confunde-se com a quase eternidade da existência humana encarnada e por isso temos, no exercício de nosso corpo e de nossos sentidos, com que compreender nossa gesticulação cultural, que nos inseri no tempo”.
“Franz Boas faz uma referência a um "Totem", figura sagrada para alguns povos, onde mostra claramente a fusão da arte - no ato de se esculpir em madeira tal figura - e da religião, em se afirmar a união de duas entidades sagradas em uma só. Todavia, esse povo não tinha a noção de que o ato de esculpir fosse uma arte, mas tinham a noção de que esse objeto era de suma importância à sacralização de seus rituais.”
As leituras desses trechos de livros me convenceram que todo artista no exercício da sua arte é igualmente um sacerdote.
Voltarei a este trecho em breve.
Milton Teixeira - 01

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Todos podemos

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009


UMA GOTA NO OCEANO


Basta um infeliz desatino, em gesto de desespero e este aparece, nas estações de TV.
A exemplo do dia 11 de Abril uma mulher na região de Osasco, ameaçou de morte o seu filho, terminada com um tiro no próprio peito.


A atenção da população de São Paulo, talvez do Brasil, voltou-se para esse fato isolado na sociedade, em detrimento de tantas notícias boas que convivem conosco e no Brasil todo.
Como exemplo vamos citar uma moça chamada Rosângela, que trabalha na frente da sede da COFRART. Em época de tanto desemprego, essa moça jovem e bonita, vence as tendências da moda, troca o pó-de-arroz e cosméticos, por pó de tijolos e massas de reboco, trabalhando na construção civil beneficiando sua família.


Amigos, reeduquemos nossos conceitos, nossos olhos e nossos ouvidos para que possamos ver, ouvir e analisar não apenas as notícias que nos chegam por meios da mídia, mas e mais atenciosamente à vida limpa e bonita de milhões de brasileiros.

Observemos que as notícias ruins se mostram mais que as boas, pois existe tendências da população em preferir as notícias desgraçadas.

Se você olhar para a bunda de uma jovem, não deixe de olhar para as mães carregadas de afazeres, e nem a mulher velha, que possivelmente contribui para o surgimento desta juventude sadia. Se vocês, homens assustados, arregalarem os olhos para o assalto, não deixem de arregalarem seus olhos também para os milhares de semelhantes que te servem trabalhando para o sustento de sua vida, fornecendo os alimentos básicos para a sua sobrevivência.

Em nome da justiça e honestidade não seja puxa saco das autoridades reverenciando-as, mas sim exija respeito e exemplo. Ao olhar uma grande obra, não se admire somente o seu dono, mas procure admirar também as pessoas, talvez humildes, que se reuniram num só ideal para que o resultado fosse magnífico. Reeducando seu olhar, saibas tirar o pó que te cega e veja na reconstrução do Brasil as milhares de Rosângelas que vencem os preconceitos, deixando o sensacionalismo para um pássaro vergonhoso.

Venha com sua gota de água, formar o rio caldeloso, capaz de energizar e iluminar as boas ações.
Venha!


COFRARTConexão Fraterna de Artistas Plásticos

Caros amigos Artistas

Normalmente na vida as pessoas agem em causa própria, mesmo sabendo-se, serem partes de uma comunidade.

Nos agrupamentos de artistas plásticos, pintores e escultores trabalham para si, em sustento de seus familiares. Expõem seus trabalhos em coletivas de praças publicas, criando espetáculos renovados a cada fim de semana, para milhares de admiradores.

Um espetáculo dos mais dispendioso, levando-se em conta, o trabalho e gasto individual de cada artista. Na Praça da Republica são mais de quatrocentos carros, transportando pessoas e obras para apresentação visual, a céu aberto. Se não fosse a dedicação desses artistas e a necessidade desse centro cultural para a humanidade, ela, teria se dissolvido de há muito tempo.

Porem, enquadrados na lei universal, em consonância com a abundancia natural das coisas em prol da vida, ela sobrevive. Engajados sem que o saibam, no trabalho de educadores culturais, estão amparados por leis universais. O artista recebe dela valores que os motivam a continuidade, apesar de mal remunerados.

A tendência desses ambientes é de serem depuradores das sensibilidades, coisas fundamentais para a saúde da comunidade. Nessas, artistas e admiradores voltam suas vistas para as artes, que transcendem os valores mercadológicos.

A criatividade no artista e a admiração dos apreciadores desenvolvem na comunidade de suas cidades a evolução da sensibilidade.

A arte no contexto: -composição, estética e harmonia é o meio de se educar o homem na massa humana!

Como se pode ver, as mostras coletivas de arte são muito mais abrangentes do que possa o artista conceber! Elas estão para a comunidade, alem das aparências e necessidades individuais. Elas são recursos naturais de organizar os inconscientes coletivos, imprescindíveis, para o equilíbrio e a formação dos conceitos elevados.

Esses atributos das leis universais se projetam na alma do artista, e se concretizam em obras, espalhando e difundindo essas virtudes em desejos de uma vida bela e moralizada.

Uma obra artística, não é mero quadro pintado, ela revela e cura estado de alma. O artista é nesta verdade, um ser especial, responsável pela evolução da alma.

As exposições coletivas, principalmente as realizadas em praças publicas, contribuem com as religiões, no desenvolvimento da sensibilidade humana. Nesses locais o artista, exporá o melhor de si mesmo em arte, e os seus admiradores se educam sensibilizando-se no fundo de suas almas.

Caros amigos artistas plásticos, se conscientizando dessa lei universal, seus ganhos chegam em espécie e no seu intimo, em forma de inspiração, saúde e bem estar. Expresse em suas obras: -fé, amor e tua verdade e a vida te revelara o que sempre desejaste no convívio com a arte.

O mundo não exclui ninguém de sua renovação, todos são imprescindíveis na construção de uma vida melhor.

O artista é o patamar da concretização do belo.

Obrigado por sua atenção.

Milton Teixeira
COFRART: Conexão Fraterna de Artistas.
Email:
cofrart@uol.com.br
www.cofrart.com.br