Normalmente na vida as pessoas agem em causa própria, mesmo sabendo-se, serem partes de uma comunidade.
Nos agrupamentos de artistas plásticos, pintores e escultores trabalham para si, em sustento de seus familiares. Expõem seus trabalhos em coletivas de praças publicas, criando espetáculos renovados a cada fim de semana, para milhares de admiradores.
Um espetáculo dos mais dispendioso, levando-se em conta, o trabalho e gasto individual de cada artista. Na Praça da Republica são mais de quatrocentos carros, transportando pessoas e obras para apresentação visual, a céu aberto. Se não fosse a dedicação desses artistas e a necessidade desse centro cultural para a humanidade, ela, teria se dissolvido de há muito tempo.
Porem, enquadrados na lei universal, em consonância com a abundancia natural das coisas em prol da vida, ela sobrevive. Engajados sem que o saibam, no trabalho de educadores culturais, estão amparados por leis universais. O artista recebe dela valores que os motivam a continuidade, apesar de mal remunerados.
A tendência desses ambientes é de serem depuradores das sensibilidades, coisas fundamentais para a saúde da comunidade. Nessas, artistas e admiradores voltam suas vistas para as artes, que transcendem os valores mercadológicos.
A criatividade no artista e a admiração dos apreciadores desenvolvem na comunidade de suas cidades a evolução da sensibilidade.
A arte no contexto: -composição, estética e harmonia é o meio de se educar o homem na massa humana!
Como se pode ver, as mostras coletivas de arte são muito mais abrangentes do que possa o artista conceber! Elas estão para a comunidade, alem das aparências e necessidades individuais. Elas são recursos naturais de organizar os inconscientes coletivos, imprescindíveis, para o equilíbrio e a formação dos conceitos elevados.
Esses atributos das leis universais se projetam na alma do artista, e se concretizam em obras, espalhando e difundindo essas virtudes em desejos de uma vida bela e moralizada.
Uma obra artística, não é mero quadro pintado, ela revela e cura estado de alma. O artista é nesta verdade, um ser especial, responsável pela evolução da alma.
As exposições coletivas, principalmente as realizadas em praças publicas, contribuem com as religiões, no desenvolvimento da sensibilidade humana. Nesses locais o artista, exporá o melhor de si mesmo em arte, e os seus admiradores se educam sensibilizando-se no fundo de suas almas.
Caros amigos artistas plásticos, se conscientizando dessa lei universal, seus ganhos chegam em espécie e no seu intimo, em forma de inspiração, saúde e bem estar. Expresse em suas obras: -fé, amor e tua verdade e a vida te revelara o que sempre desejaste no convívio com a arte.
O mundo não exclui ninguém de sua renovação, todos são imprescindíveis na construção de uma vida melhor.
O artista é o patamar da concretização do belo.
Obrigado por sua atenção.
Milton Teixeira
COFRART: Conexão Fraterna de Artistas.
Email: cofrart@uol.com.br
www.cofrart.com.br
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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